quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Salve Geral

Nossa que droga...realmente a única coisa boa foi ver a Andrea Beltrão como ela é...não gostei nadinha...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Espinhos

Na vida temos espinhos mas temos nosso Deus!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Melissa Barcellos

Muito bom!



Metade

Que música linda!!!!

Felipe Valente

terça-feira, 7 de julho de 2009

CONVÍVIO FAMILIAR

No inicio da história da humanidade, resolveu Deus, origem não originada de

todas as origens, criar a família. Para tanto, preparou adredemente um lugar

onde o primeiro casal deveria conviver.

“Então, plantou o Senhor Deus um jardim, na banda do Oriente, no Éden...

(Gênesis 2:8)

No relacionamento familiar há duas manifestações explicitas de transcendente

valor: ouvir e falar!

A maioria de nós somos pródigos no falar e muito econômicos no ouvir. Falamos

mais do que ouvimos; falamos demais e ouvimos de menos. Falamos o que deve

ser falado e falamos o que não devíamos falar. Falamos asperamente,

maldosamente, ofensivamente quando, ao revés disso, deveríamos falar

mansamente, bondosamente e longanimamente.

Devemos atentar em nosso convívio familiar para o que escreveu o apóstolo Paulo

sob inspiração do Espírito Santo: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe,

mas só a que seja boa para a necessária edificação a fim de que ministre graça

aos que o vem.” (Efésios 4:29).

E quanto ao ouvir? Ouvimos pouco quando deveríamos ouvir mais. Os cônjuges

estão se conhecendo menos à medida que ficam mais tempo juntos porque não

gastam este tempo para um ouvir o outro.

Há maridos e esposas que encontram, fora de casa, ouvidos mais atentos do que

aqueles que, no convívio familiar e conjugal, são os mais apropriados para ouvirem

o coração de quem são amados(as) e quem devem amar com toda intensidade de

seu coração.

Precisamos, também, como pais ouvir nossos filhos. Ouvimos dentro do contexto

do linguajar deles, do mundo deles; seus anseios, medos, sonhos e frustrações.

Ouvir sem respostas pré-concebidas, sem prejulgamentos. Em alguns momentos a

nossa maior ajuda para nossos filhos será ouvir, sem responder.

E, finalmente, filhos honram seus pais, não quando o presenteiam em ocasiões

especiais, mas quando os ouvem e refletem nas palavras que não somente são

emanadas da experiência ou sabedoria, mas de corações que ardem de amor, por

aqueles que saíram de suas entranhas. Filhos que ouvem a voz do amor, pois são

frutos do amor de seus pais.

“ Sabei isto, meus amados irmãos: todo homem seja pronto para ouvir, tardio para

falar e tardio para se irar.” ( Tiago 1:19).

Pr. Mário Pereira da Silva

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O sofrimento de uma mãe

Ser mãe significa ter que ser forte e enfrentar cada situação, como por exemplo a mãe daquele deputado paranaense que matou 2 jovens em um acidente de trânsito em Curitiba. O filho esta entre a vida e morte em um hospital paulista, as mães dos jovens mortos estão revoltadas e querem justiça.
Ontem numa reportagem do Fantástico, a mãe do deputado falou pela primeira vez, seu rosto abatido, com certeza sem dormir e sem comer direito, disse ao reporter " se meu filho tiver culpa não vou passar a mão pela sua cabeça".
Com certeza as mães que perderam seus filhos também estão sentindo algo indescritivel, isso eu nem quero dicutir.
Mas e como esta o coração daquela mãe?
Detonado pela morte dos outros dois jovens, e mais ainda pelo estado de saúde grave de seu filho.
E ainda sabendo que ele provavelmente foi o causador daquele acidente. É muita dor, muito sofrimento.
Não estou aqui para defender ninguem, mas o sentimento daquela mãe me é muito particular, pois o mesmo sinto com a situação do meu filho Alex, hoje encarcerado há 7 meses e 18 dias.
É muito difícil estar do lado dele, pois sei que ele agiu errado, ser julgada por fazer o melhor para ele, visita-lo, passar o dia naquele ambiente que sabemos que não é normal. Mas a minha satisfação vem hoje das pequenas coisas que faço por ele e são percebidas imediatamente, um bolo de chocolate com cobertura, um bife acebolado, um feijão fresquinho... até mesmo um creme hidratante cheiroso.
Mas uma vez coloco meu sofrimento, minha vida nas mãos de Deus e tenho certeza que Ele cuidará de nós e sem esquecer daquela mãe!!!