quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Salve Geral
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
CONVÍVIO FAMILIAR
No inicio da história da humanidade, resolveu Deus, origem não originada de
todas as origens, criar a família. Para tanto, preparou adredemente um lugar
onde o primeiro casal deveria conviver.
“Então, plantou o Senhor Deus um jardim, na banda do Oriente, no Éden...
(Gênesis 2:8)
No relacionamento familiar há duas manifestações explicitas de transcendente
valor: ouvir e falar!
A maioria de nós somos pródigos no falar e muito econômicos no ouvir. Falamos
mais do que ouvimos; falamos demais e ouvimos de menos. Falamos o que deve
ser falado e falamos o que não devíamos falar. Falamos asperamente,
maldosamente, ofensivamente quando, ao revés disso, deveríamos falar
mansamente, bondosamente e longanimamente.
Devemos atentar em nosso convívio familiar para o que escreveu o apóstolo Paulo
sob inspiração do Espírito Santo: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe,
mas só a que seja boa para a necessária edificação a fim de que ministre graça
aos que o vem.” (Efésios 4:29).
E quanto ao ouvir? Ouvimos pouco quando deveríamos ouvir mais. Os cônjuges
estão se conhecendo menos à medida que ficam mais tempo juntos porque não
gastam este tempo para um ouvir o outro.
Há maridos e esposas que encontram, fora de casa, ouvidos mais atentos do que
aqueles que, no convívio familiar e conjugal, são os mais apropriados para ouvirem
o coração de quem são amados(as) e quem devem amar com toda intensidade de
seu coração.
Precisamos, também, como pais ouvir nossos filhos. Ouvimos dentro do contexto
do linguajar deles, do mundo deles; seus anseios, medos, sonhos e frustrações.
Ouvir sem respostas pré-concebidas, sem prejulgamentos. Em alguns momentos a
nossa maior ajuda para nossos filhos será ouvir, sem responder.
E, finalmente, filhos honram seus pais, não quando o presenteiam em ocasiões
especiais, mas quando os ouvem e refletem nas palavras que não somente são
emanadas da experiência ou sabedoria, mas de corações que ardem de amor, por
aqueles que saíram de suas entranhas. Filhos que ouvem a voz do amor, pois são
frutos do amor de seus pais.
“ Sabei isto, meus amados irmãos: todo homem seja pronto para ouvir, tardio para
falar e tardio para se irar.” ( Tiago 1:19).
Pr. Mário Pereira da Silva
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O sofrimento de uma mãe
Ontem numa reportagem do Fantástico, a mãe do deputado falou pela primeira vez, seu rosto abatido, com certeza sem dormir e sem comer direito, disse ao reporter " se meu filho tiver culpa não vou passar a mão pela sua cabeça".
Com certeza as mães que perderam seus filhos também estão sentindo algo indescritivel, isso eu nem quero dicutir.
Mas e como esta o coração daquela mãe?
Detonado pela morte dos outros dois jovens, e mais ainda pelo estado de saúde grave de seu filho.
E ainda sabendo que ele provavelmente foi o causador daquele acidente. É muita dor, muito sofrimento.
Não estou aqui para defender ninguem, mas o sentimento daquela mãe me é muito particular, pois o mesmo sinto com a situação do meu filho Alex, hoje encarcerado há 7 meses e 18 dias.
É muito difícil estar do lado dele, pois sei que ele agiu errado, ser julgada por fazer o melhor para ele, visita-lo, passar o dia naquele ambiente que sabemos que não é normal. Mas a minha satisfação vem hoje das pequenas coisas que faço por ele e são percebidas imediatamente, um bolo de chocolate com cobertura, um bife acebolado, um feijão fresquinho... até mesmo um creme hidratante cheiroso.
Mas uma vez coloco meu sofrimento, minha vida nas mãos de Deus e tenho certeza que Ele cuidará de nós e sem esquecer daquela mãe!!!
